Amanheci reconhecendo o passado.
O passado que não passa,
Que é presente e se apresenta.
O passado que não senta,
Num banco de praça, no sofá,
No portão de casa, na janela do metrô.
Amanheci nostálgico e melancólico.
Fui ouvir o Jobim, som bucólico,
Olhei de resvalo o "Mr. Blue Eyes".
Tentei em vão agarrá-lo e torná-lo comigo,
E fui encontrá-lo num quarto amigo, iluminado,
Refrescado com raios de sol, sorrisos e lágrimas.
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